Uma janela para o meu turbilhão
Era final do ano de 2021. Eu me encontrava na casa de meus tios, em São Paulo capital. Conhecedores da minha paixão por livros e leitura, logo me guiaram para a estante de livros, onde um me fascinou: Não apresse o rio (ele corre sozinho), de Barry Stevens . De início achei tratar-se de um escritor homem, pois logo busquei no meu baú de memórias a vivência que tive com uma criança chamada Barry. Isso foi lá nos idos de 2009, última vez em que o vi. Era férias de verão. Ou seria inverno? Depende do hemisfério. Lá era inverno. Aqui era verão. Enfim... O nome do livro também chamou a atenção dos meus tios que, inclusive, comentaram que nunca haviam lido a obra e que tinham até receio de lê-la e acabar com a expectativa que criaram em cima do próprio título. Aliás, o exemplar foi adquirido em 1980, durante o 4º ano de Psicologia que minha tia cursava. A fim de eliminar aquele receio deles, eu mesma me dispus a fazer a leitura. Pare...